

Efigênia Coutinho - Nascida em Petrópolis - RJ
Formada em Artes, se especializou em Tapeçaria de TEAR, buscando os seguimentos Indígenas e sua História Natural,tendo participado de várias exposições.
Em 1977 foi residir em Florianópolis SC, e há três anos mudou-se para Balneário Camboriú -SC - 1999 -
Efigênia Coutinho, é Presidente da AVSPE- Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, onde desempenha suas funções com muita responsabilidade e amor pela Arte de escrever Poesia Lírica.
" Não sou poeta, apenas desenho sentimentos"
E.C.

VER MAIS:
http://www.avspe.eti.br/efi/efigenia.html


Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu em Sapé, a 20 de abril de 1884, no Engenho Pau d'Arco (atual Usina Santa Helena), na época, pertencendo ao município de Espirito Santo. Era filho de Alexandre Rodrigues dos Anjos e Córdula Fernandes de Carvalho. Pelo ramo materno, descendia de velha e tradicional família da várzea do Rio Paraíba, seu avô, o Bacharel João Antônio Fernandes de Carvalho, foi Deputado Provincial, Oficial da Ordem da Rosa e prócer conservador em Pilar. Em 1859, hospedou, no Engenho Pau d'Arco, o Imperador Pedro II e sua comitiva, de passagem para Mamanguape.
Esgotado pela vida difícil que levara no Rio de Janeiro, sentiu minar-se, dia a dia, a sua resistência orgânica, o que o obrigou a recorrer a um clima que lhe restaurasse as energias gastas nas canseiras do magistério. Arranjaram-lhe um emprego, em Minas Gerais, e para lá se transferiu, em 1914, como Diretor do Grupo Escolar Ribeiro Junqueira, em Leopoldina. De nada valeu esse esforço pela recuperação de sua saúde, falecendo, naquela cidade, a 12 de novembro de 1914, vitimado por uma pneumonia.
É patrono da cadeira nº 1 da Academia Paraibana de Letras, que teve como fundador o jurista e ensaísta José Flósculo da Nóbrega e como primeiro ocupante o seu biógrafo Humberto Nóbrega, sendo ocupada, atualmente, por Waldemar Bispo Duarte.

VER MAIS:
http://www.aplpb.com.br/memorial/biografia.htm


Francisca Júlia da Silva nasceu na antiga Vila de Xiririca, hoje Eldorado, no Vale do Ribeira, Estado de São Paulo. Sua infância foi calma e povoada pelos folguedos infantis. Aprendeu as primeiras letras e os serviços do lar com a mãe, a professora Cecília Isabel da Silva. Do pai, Miguel Luso da Silva, advogado provisionado, herdou o amor aos livros e à língua portuguesa.
Criadora de versos perfeitos, sua obra, parnasiana no início da carreira, ao final da vida volta-se à poesia simbólica e mística. Seus sonetos estão entre os mais perfeitos da língua portuguesa.
Francisca Júlia está a merecer a sua reinclusão entre as grandes poetisas da língua portuguesa, como Florbela Espanca e Cecília Meireles. Desde a sua morte, em 1920, fez-se um inexplicado silêncio sobre a autora, colocando-a no limbo da literatura de nosso país. Estudiosos e críticos deveriam redescobrir e divulgar a sua rica obra poética, que em nada fica a dever aos grandes mestres da nossa língua.
Em 1920, Filadelfo Edmundo Munster contrai tuberculose, vindo a falecer no dia 31 de outubro. Desolada com a perda do seu grande amor, Francisca Júlia retira-se aos seus aposentos e jura que jamais "poria véu de viúva". Teria ingerido boa dose de narcóticos. No dia seguinte, durante o velório de seu esposo, ao abraçar o ataúde, no auge do desespero e da dor, a inconsolável poetisa vem a falecer. Era o dia 1 de novembro de 1920. Seu corpo foi enterrado, no dia seguinte, no Cemitério do Araçá, em São Paulo. Sobre a sua campa, alguns anos depois, foi construído um belo mausoléu, com a estátua da "Musa Impassível", obra magistral do cinzel de Victor Brecheret.

VER MAIS:
http://www.folhetim.com.br/autclass.php?id=23


Francisco Carvalho
Aos 77 anos, cinqüenta dedicados ao fazer poético, o poeta cearense Francisco Carvalho lança a antologia Memórias do Espantalho, reunião de poemas escolhidos de 19 livros dos 29 publicados. Apesar de ter vencido a 1ª Bienal Nestlé de Literatura Brasileira, com o livro Quadrante Solar (1982) e de obter o prêmio da Fundação Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, com Girassóis de Barro (1997), o poeta da cidade de Russas é praticamente um desconhecido no País.
Francisco Carvalho, afirma que “A poesia lírica tende geralmente para a diversidade temática. Cada autor tem uma forma peculiar de encarar o fenômeno poético. Alguns preferem captar o poema em meio ao ritmo avassalador das sonoridades do cotidiano. Outros, pelo contrário, preferem mergulhar nos labirintos da subjetividade. Sempre escrevi poemas de modo a contemplar uma faixa temática a mais abrangente possível. O rural, o social, o religioso, o metafísico, o erótico, e até mesmo o surrealismo. Todas essas dimensões, que de alguma forma se entrelaçam ou se bifurcam na memória cósmica do ser humano, no que ele tem de mais profundo e abissal. Também sempre usei de muita liberdade nessa questão de escolha pelo verso medido ou o verso livre. Uma questão que me parece exclusivamente de ordem pessoal. Não existe verso livre quando se pretende fazer um bom trabalho. É o que nos ensina T.S. Eliot, um dos ícones da poesia norte-americana de todos os tempos. O verso branco, o verso rimado, o verso toante, o verso medido, o verso assimétrico – todas essas alternativas são válidas e eficazes se o poeta tem talento e erudição bastante, se aprendeu as lições dos grandes mestres do passado, antes de fazer sua opção pelo chamado discurso da modernidade. Também nessa matéria, “Tudo vale a pena se a alma não é pequena” (FP). Quando se tem a “alma pequena” (e como é grande o número de “almas pequenas”!), o melhor que se tem a fazer é trocar a caneta esferográfica por um desses brinquedos eletrônicos de fabricar moedas...”
Francisco Carvalho, há 50 anos deu-se a sua estréia na poesia. De 1955 para cá são 29 livros publicados.
Com toda seus poemas publicados, Francisco Carvalho, conseguiu passar a imagem exata do que ele tem sido ao longo da sua vida: um grande poeta da Literatura Brasileira.

VER MAIS:


Ivan Junqueira nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em 3 de novembro de 1934. Aqui realizou seus primeiros estudos, ingressando em seguida nas faculdades de Medicina e Filosofia da Universidade do Brasil, cujos cursos, porém, não chegou a concluir. Iniciou-se no jornalismo em 1963, como redator da Tribuna da Imprensa, tendo atuado depois no Correio da Manhã, Jornal do Brasil e O Globo, nos quais foi redator e sub-editor até 1987. Assessor de imprensa e depois diretor do Centro de Informações das Nações Unidas no Rio de Janeiro entre 1970 e 1977, tornou-se mais tarde supervisor editorial da Editora Expressão e Cultura e diretor do Núcleo Editorial da UERJ, além de colaborador da Enciclopédia Barsa, Encyclopaedia Britannica, Enciclopédia Delta Larousse, Enciclopédia do Século XX, Enciclopédia Mirador Internacional e Dicionário histórico-biográfico brasileiro, este último editado pelo CPDOC, da Fundação Getúlio Vargas. Foi também assessor de Rubem Fonseca na Fundação Rio.
Como crítico literário e ensaísta, tem colaborado em todos os grandes jornais e revistas do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, bem como em publicações especializadas nacionais e estrangeiras, entre elas Colóquio Letras, Revista do Brasil, Senhor, Leitura e Iberomania. Em 1984 foi escolhido como a “Personalidade do Ano” pela UBE. Assessor da Fundação Nacional de Artes Cênicas (Fundacen) de 1987 a 1990, no ano seguinte transferiu-se para a Fundação Nacional de Arte (Funarte), onde foi editor da revista Piracema e chefe da Divisão de Texto da Coordenação de Edições, tendo se aposentado do serviço público em 1997. Foi ainda editor adjunto e depois editor executivo da revista Poesia Sempre, da Fundação Biblioteca Nacional.

VER MAIS:
http://www.revista.agulha.nom.br/ivan.html#bio
