

SER POETA
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhas de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dize-lo cantando a toda a gente!
Poema de Florbela Espanca


Poeta, engenheiro, Joaquim Maria Moreira Cardozo nasceu no Recife, a 26 de janeiro de 1897, filho de um modesto guarda-livros. Na juventude participou das noitadas boemias recifenses, com figuras como o poeta Ascenso Ferreira e outros. Em 1934, foi um dos primeiros engenheiros calculistas da estrada Rio-Petrópolis.
Em 1939, após um giro pela Europa, volta para o Recife; entra em atrito com o então interventor federal em Pernambuco, Agamenon Magalhães, e muda-se para o Rio de Janeiro, onde passa integrar o grupo formado pelos intelectuais Manuel Bandeiras, Pedro Nava, Augusto Meyer, Lúcio Costa e outros.
Durante muitos anos, viveu entre as duas cidades: Rio e Recife. Entrou na literatura por influência de um irmão, que era poeta parnasiano. Publicou, em 1914, charges no Diário de Pernambuco. Seu primeiro poema modernista foi publicado pela imprensa em 1934.
O primeiro livro ("Poemas") foi editado em 1947, quando o poeta completava 50 anos de idade. Depois, vieram os outros livros: "Pequena Antologia Pernambucana" (1948); "Prelúdio e Elegia de Uma Despedida" (1952); "Signo Estrelado" (1960); "O Coronel Macambira" (1963) ; "Trivium" (1964); "Coletânea de Teatro Moderno" (O Capataz de Salema, Antônio Conselheiro e Marechal Boi de Carros, 1965); "De uma Noite de Festa" (1971); "Poesias Completas" (1971); "Os Anjos e os Demônios de Deus" (1973); "O Interior da Matéria" (1976).
Como engenheiro, integrou a equipe de Oscar Niemeyer na construção de Brasília, tendo feito os cálculos das estruturas dos palácios do Planalto e Alvorada e do prédio co Congresso Nacional. Morreu no Recife, a 04 de novembro de 1978. Publicações póstumas: "Um Livro Aceso e Nove Canções Sombrias", Editora Civilização Brasileira/Fundarpe, 1981; "Poemas Selecionados" (1997, organizado por César Leal).

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http://www.pe-az.com.br/educacao/vestibular_joaquim_cardozo.htm


Efigênia Coutinho - Nascida em Petrópolis - RJ
Formada em Artes, se especializou em Tapeçaria de TEAR, buscando os seguimentos Indígenas e sua História Natural,tendo participado de várias exposições.
Em 1977 foi residir em Florianópolis SC, e há três anos mudou-se para Balneário Camboriú -SC - 1999 -
Efigênia Coutinho, é Presidente da AVSPE- Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, onde desempenha suas funções com muita responsabilidade e amor pela Arte de escrever Poesia Lírica.
" Não sou poeta, apenas desenho sentimentos"
E.C.

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http://www.avspe.eti.br/efi/efigenia.html


Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu em Sapé, a 20 de abril de 1884, no Engenho Pau d'Arco (atual Usina Santa Helena), na época, pertencendo ao município de Espirito Santo. Era filho de Alexandre Rodrigues dos Anjos e Córdula Fernandes de Carvalho. Pelo ramo materno, descendia de velha e tradicional família da várzea do Rio Paraíba, seu avô, o Bacharel João Antônio Fernandes de Carvalho, foi Deputado Provincial, Oficial da Ordem da Rosa e prócer conservador em Pilar. Em 1859, hospedou, no Engenho Pau d'Arco, o Imperador Pedro II e sua comitiva, de passagem para Mamanguape.
Esgotado pela vida difícil que levara no Rio de Janeiro, sentiu minar-se, dia a dia, a sua resistência orgânica, o que o obrigou a recorrer a um clima que lhe restaurasse as energias gastas nas canseiras do magistério. Arranjaram-lhe um emprego, em Minas Gerais, e para lá se transferiu, em 1914, como Diretor do Grupo Escolar Ribeiro Junqueira, em Leopoldina. De nada valeu esse esforço pela recuperação de sua saúde, falecendo, naquela cidade, a 12 de novembro de 1914, vitimado por uma pneumonia.
É patrono da cadeira nº 1 da Academia Paraibana de Letras, que teve como fundador o jurista e ensaísta José Flósculo da Nóbrega e como primeiro ocupante o seu biógrafo Humberto Nóbrega, sendo ocupada, atualmente, por Waldemar Bispo Duarte.

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http://www.aplpb.com.br/memorial/biografia.htm


Francisca Júlia da Silva nasceu na antiga Vila de Xiririca, hoje Eldorado, no Vale do Ribeira, Estado de São Paulo. Sua infância foi calma e povoada pelos folguedos infantis. Aprendeu as primeiras letras e os serviços do lar com a mãe, a professora Cecília Isabel da Silva. Do pai, Miguel Luso da Silva, advogado provisionado, herdou o amor aos livros e à língua portuguesa.
Criadora de versos perfeitos, sua obra, parnasiana no início da carreira, ao final da vida volta-se à poesia simbólica e mística. Seus sonetos estão entre os mais perfeitos da língua portuguesa.
Francisca Júlia está a merecer a sua reinclusão entre as grandes poetisas da língua portuguesa, como Florbela Espanca e Cecília Meireles. Desde a sua morte, em 1920, fez-se um inexplicado silêncio sobre a autora, colocando-a no limbo da literatura de nosso país. Estudiosos e críticos deveriam redescobrir e divulgar a sua rica obra poética, que em nada fica a dever aos grandes mestres da nossa língua.
Em 1920, Filadelfo Edmundo Munster contrai tuberculose, vindo a falecer no dia 31 de outubro. Desolada com a perda do seu grande amor, Francisca Júlia retira-se aos seus aposentos e jura que jamais "poria véu de viúva". Teria ingerido boa dose de narcóticos. No dia seguinte, durante o velório de seu esposo, ao abraçar o ataúde, no auge do desespero e da dor, a inconsolável poetisa vem a falecer. Era o dia 1 de novembro de 1920. Seu corpo foi enterrado, no dia seguinte, no Cemitério do Araçá, em São Paulo. Sobre a sua campa, alguns anos depois, foi construído um belo mausoléu, com a estátua da "Musa Impassível", obra magistral do cinzel de Victor Brecheret.

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http://www.folhetim.com.br/autclass.php?id=23


Francisco Carvalho
Aos 77 anos, cinqüenta dedicados ao fazer poético, o poeta cearense Francisco Carvalho lança a antologia Memórias do Espantalho, reunião de poemas escolhidos de 19 livros dos 29 publicados. Apesar de ter vencido a 1ª Bienal Nestlé de Literatura Brasileira, com o livro Quadrante Solar (1982) e de obter o prêmio da Fundação Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, com Girassóis de Barro (1997), o poeta da cidade de Russas é praticamente um desconhecido no País.
Francisco Carvalho, afirma que “A poesia lírica tende geralmente para a diversidade temática. Cada autor tem uma forma peculiar de encarar o fenômeno poético. Alguns preferem captar o poema em meio ao ritmo avassalador das sonoridades do cotidiano. Outros, pelo contrário, preferem mergulhar nos labirintos da subjetividade. Sempre escrevi poemas de modo a contemplar uma faixa temática a mais abrangente possível. O rural, o social, o religioso, o metafísico, o erótico, e até mesmo o surrealismo. Todas essas dimensões, que de alguma forma se entrelaçam ou se bifurcam na memória cósmica do ser humano, no que ele tem de mais profundo e abissal. Também sempre usei de muita liberdade nessa questão de escolha pelo verso medido ou o verso livre. Uma questão que me parece exclusivamente de ordem pessoal. Não existe verso livre quando se pretende fazer um bom trabalho. É o que nos ensina T.S. Eliot, um dos ícones da poesia norte-americana de todos os tempos. O verso branco, o verso rimado, o verso toante, o verso medido, o verso assimétrico – todas essas alternativas são válidas e eficazes se o poeta tem talento e erudição bastante, se aprendeu as lições dos grandes mestres do passado, antes de fazer sua opção pelo chamado discurso da modernidade. Também nessa matéria, “Tudo vale a pena se a alma não é pequena” (FP). Quando se tem a “alma pequena” (e como é grande o número de “almas pequenas”!), o melhor que se tem a fazer é trocar a caneta esferográfica por um desses brinquedos eletrônicos de fabricar moedas...”
Francisco Carvalho, há 50 anos deu-se a sua estréia na poesia. De 1955 para cá são 29 livros publicados.
Com toda seus poemas publicados, Francisco Carvalho, conseguiu passar a imagem exata do que ele tem sido ao longo da sua vida: um grande poeta da Literatura Brasileira.

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Ivan Junqueira nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em 3 de novembro de 1934. Aqui realizou seus primeiros estudos, ingressando em seguida nas faculdades de Medicina e Filosofia da Universidade do Brasil, cujos cursos, porém, não chegou a concluir. Iniciou-se no jornalismo em 1963, como redator da Tribuna da Imprensa, tendo atuado depois no Correio da Manhã, Jornal do Brasil e O Globo, nos quais foi redator e sub-editor até 1987. Assessor de imprensa e depois diretor do Centro de Informações das Nações Unidas no Rio de Janeiro entre 1970 e 1977, tornou-se mais tarde supervisor editorial da Editora Expressão e Cultura e diretor do Núcleo Editorial da UERJ, além de colaborador da Enciclopédia Barsa, Encyclopaedia Britannica, Enciclopédia Delta Larousse, Enciclopédia do Século XX, Enciclopédia Mirador Internacional e Dicionário histórico-biográfico brasileiro, este último editado pelo CPDOC, da Fundação Getúlio Vargas. Foi também assessor de Rubem Fonseca na Fundação Rio.
Como crítico literário e ensaísta, tem colaborado em todos os grandes jornais e revistas do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, bem como em publicações especializadas nacionais e estrangeiras, entre elas Colóquio Letras, Revista do Brasil, Senhor, Leitura e Iberomania. Em 1984 foi escolhido como a “Personalidade do Ano” pela UBE. Assessor da Fundação Nacional de Artes Cênicas (Fundacen) de 1987 a 1990, no ano seguinte transferiu-se para a Fundação Nacional de Arte (Funarte), onde foi editor da revista Piracema e chefe da Divisão de Texto da Coordenação de Edições, tendo se aposentado do serviço público em 1997. Foi ainda editor adjunto e depois editor executivo da revista Poesia Sempre, da Fundação Biblioteca Nacional.

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http://www.revista.agulha.nom.br/ivan.html#bio


Bocage Envelhecido ( Ana Filipa ) - Barreto
Bocage
15 de outubro de 1765, nasce em Setúbal o poeta Manuel Maria Barbosa du Bocage. Ele é o quarto dos seis filhos do advogado José Luís Soares Barbosa e de Maria Joaquina Lestof du Bocage.
Desde cedo Bocage entra em contato com as letras. Aos oito anos escreve e lê com certa desenvoltura e logo surgem as primeiras composições, que superam os dotes artísticos do pai, que também versejava.
Depois da morte da mãe, quando o poeta tinha apenas dez anos, Bocage é mandado estudar com D. João de Medina, com quem aprende Latim, língua essa que lhe seria muito útil nas posteriores atividades como tradutor. Bocage aprende ainda francês com o pai e italiano sendo, nessa língua, segundo alguns biógrafos, autodidata.
Por volta de 1781 Bocage foge de casa e assenta praça, como soldado, no regimento de Setúbal. Dois anos depois ingressa no corpo da Marinha Real e vai para Lisboa onde entra em contato com a boemia e a vida intelectual desse lugar.
Sua poesia está repleta de Marílias, Fílis, Nises e tantas outras ninfas que se transformam em pastoras e vivem sob o clima pastoril que caracterizou as produções Árcades.
A ninfa de maior destaque é Gertrúria, devido a quantidade de versos a ela dedicados, acredita-se que ela tenha sido o maior dos amores do poeta.
A pena Satírica de Bocage não atacou apenas os membros e as regras estilísticas da Nova Arcádia. Somam-se a essa lista os poderes da Inquisição, o despotismo da Monarquia portuguesa e o fanatismo religioso.
O pensamento irreverente e liberal de Bocage, que se traduzia em versos aplaudidos e repetidos pelo povo, faz com que o poeta seja preso após a divulgação da "Epístola a Marília" ou "Pavorosa Ilusão da Eternidade" e de um soneto dedicado a Napoleão, obras essas, consideradas uma ameça a segurança do Estado e da Igreja. Bocage é conduzido, em 1797, à prisão do Limoeiro. Nesse mesmo ano é transferido para o Hospício de Nossa Senhora das Necessidades onde o Frei Joaquim de Fôios está incumbido de doutrinar o poeta.
Após a prisão nos cárceres da Inquisição, surge um outro Bocage que agora está reconciliado com os princípios religiosos e com os companheiros da Nova Arcádia, a quem ironizou. Esse novo Bocage é considerado por muitos estudiosos como um poeta menor que o primeiro. Isso se dá porque o Bocage que ficou na memória do povo é o poeta boêmio, satírico e erótico que freqüentava, principalmente, o bar do Niocola, que fazia uma poesia que rompia com os padrões neoclássicos e que popularizou-se de tal modo que chegou ao Brasil e ainda permanece vivo em um imenso anedotário, de bom e mal gosto, que lhe é atribuído.
Depois de libertado, Bocage, para sustentar sua irmã, Maria Francisca, que está desamparada, passa a exercer atividades de tradutor e tarefas similares.
Cabe aqui uma pergunta: Será que o poeta, após cumprir sua pena, realmente arrependeu-se?
Alguns de seus sonetos nos mostram que sim. No entanto, seus hábitos boêmios, que ao longo dos anos debilitaram a saúde e que o levam a morte, vitíma de um aneurisma, em 21 de dezembro de 1805, não mudaram totalmente e isso nos dá a entender que não.

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Cassiano Ricardo
Biografia retirada do site da Academia Brasileira de Letras
Cassiano Ricardo (C. R. Leite), jornalista, poeta e ensaísta, nasceu em São José dos Campos, SP, em 26 de julho de 1895, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 14 de janeiro de 1974.
Eleito em 9 de setembro de 1937 para a Cadeira nº 31 da Academia Brasileira de Letras, na sucessão de Paulo Setúbal, foi recebido em 28 de dezembro de 1937 pelo acadêmico Guilherme de Almeida.Era filho de Francisco Leite Machado e Minervina. Aos 16 anos publicava o seu primeiro livro de poesias, Dentro da noite. Iniciou o curso de Direito em São Paulo, concluindo-o no Rio, em 1917. De volta a São Paulo, foi um dos líderes do movimento de reforma literária iniciada na Semana de Arte Moderna de 1922, participando ativamente dos grupos "Verde Amarelo" e "Anta", ao lado de Plínio Salgado, Menotti del Picchia, Raul Bopp, Cândido Mota Filho e outros. Formaram a fase que Tristão de Athayde classifica de nacionalista.
No jornalismo, Cassiano Ricardo trabalhou no Correio Paulistano (de 1923 a 1930), como redator, e dirigiu A Manhã, do Rio de Janeiro (de 1940 a 1944). Em 1924, fundou a Novíssima, revista literária dedicada à causa dos modernistas e ao intercâmbio cultural pan-americano. Também foi o criador das revistas Planalto (1930) e Invenção (1962).
Poeta de caráter lírico-sentimental em seu primeiro livro, ligado ao Parnasianismo/Simbolismo, em A flauta de Pã (1917) adota a posição nacionalista do movimento de 1922, revelando-se um modernista ortodoxo até o início da década de 40. As obras Vamos caçar papagaios (1926), Borrões de verde e amarelo (1927) e Martim Cererê (1928) estão entre as mais representativas do Modernismo. Com O sangue das horas (1943), inicia uma nova e surpreendente fase, passando do imagismo cromático ao lirismo introspectivo-filosófico, que se acentua em Um dia depois do outro (1947), obra que a crítica em geral considera o marco divisório da sua carreira literária.
Cassiano Ricardo pertenceu ao Conselho Federal de Cultura e à Academia Paulista de Letras. Na Academia Brasileira de Letras teve atuação viva e constante. Relator da Comissão de Poesia em 1937, redigiu seu parecer concedendo a láurea ao livro Viagem, de Cecília Meireles. Para a vitória do seu ponto de vista, manteve destemido confronto. Saiu vitorioso, e Viagem foi o primeiro livro da corrente moderna consagrado na Academia. Ao lado de Manuel Bandeira, Alceu Amoroso Lima e Múcio Leão, Cassiano Ricardo levou adiante o processo de renovação da Instituição, para garantir o ingresso dos verdadeiros valores.

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http://www.fccr.org.br/cassiano/index.htm


Olavo Bilac
Nasceu em 16 de dezembro de 1865, no Rio de Janeiro
Morreu em 28 de dezembro de 1918, no Rio de Janeiro, aos 53 anos
Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, jornalista, poeta e inspetor de ensino, formou a famosa tríade parnasiana. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Autor da letra do Hino à Bandeira, foi o mais popular dos autores parnasianos.
Bilac usa do brilho de frases isoladas e da chave de ouro em seus sonetos para resumir a mensagem de toda a poesia. É um poeta eloquente, que se exprime sob as formas fixas do lirismo, especialmente nos sonetos. Seus poemas, no início do século XX, com as famosas chaves de ouro, tornam-se muito populares e são decorados e declamados por toda parte, tanto nas ruas como em saraus e salões literários. Os mais conhecidos são: Via-Láctea e Profissão de Fé.
Foi o poeta que que mais se aproximou dos conceitos parnasianos. Também foi conferencista e escreveu contos, crônicas e livros didáticos.

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http://www.folhetim.com.br/autclass.php?id=40
http://www.fabiorocha.com.br/bilac.htm


Paulo Leminski Filho
1944 - Nasce em Curitiba, Paraná, a 24 de agosto, sob o signo de virgem, Paulo Leminski Filho, filho de Paulo Leminski e Áurea Pereira Mendes.
1958 - Foi para o mosteiro São Bento em São Paulo e ficou o ano inteiro.
1963 - Participa do I Congresso Brasileiro de Poesia de Vanguarda em Belo Horizonte-MG onde conhece Haroldo de Campos. Casou com Neiva Maria de Souza (da qual se separou em 1968).
1964 - Estréia com cinco poemas na revista Invenção, dirigida por Décio Pignatari, em São Paulo, porta-voz da poesia concreta paulista.
1965 - Professor de História e de Redação em cursos pré-vestibulares.
1966 - Classifica-se em primeiro lugar no II Concurso Popular de Poesia Moderna, promovido pelo jornal O Estado do Paraná.
1968/88 - Vive com a poeta Alice Ruiz, com a qual teve três filhos (Miguel Ângelo, falecido aos 10 anos, Áurea Alice e Estrela).
† 1989 - Falece em 7 de junho, em Curitiba, Paraná, de cirrose hepática.

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http://paginas.terra.com.br/arte/PopBox/kamiquase/home.htm


Nascido no Funchal, na Ilha da Madeira, em 1930, Herberto Helder, que mora em Lisboa desde 1945, estreou em 1958 com o livro A colher na boca. Publicou ainda O bebedor noturno (1968), As magias (1987) e Doze nós numa corda (1997), entre outros. Em 1994, publicou Do mundo, obra pela qual recebeu o Prêmio Pessoa, que preferiu não receber publicamente, sob a alegação de não pretendia romper um comportamento de reclusão voluntária a que se decidira entregar há muito tempo.
Por essa mesma razão, recusou uma premiação do Pen Clube de Portugal em 1982 pelo livro A cabeça entre as mãos e, em 2000, deixou de comparecer ao Salon du Livre, em Paris, para receber outra homenagem. Mas não é só. A grande maioria de seus livros, como observa o editor Sergio Cohen na apresentação, nada traz que nos informe sobre eles, ou a respeito do autor, a não ser o próprio texto.
É uma postura radical, de abominação a tudo o que de fútil a vida pública traz, mas, ao mesmo tempo, como geralmente ocorre, esse comportamento só faz crescer o mistério que cerca o autor, repetindo-se assim o que se dá no Brasil com o contista Dalton Tresivan e na literatura norte-americana com o romancista J. D. Salinger.
Herberto Helder, um dos maiores poetas portugueses do século XX. Considerado um clássico da literatura portuguesa contemporânea, Os passos em volta é uma reunião de pequenas narrativas, muitas delas excertos de prosa poética do mais alto nível.

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http://www.revista.agulha.nom.br/agon%C3%A7alves9.html


Hilda Hilst
Nasceu em Jaú, São Paulo, aos 21 de Abril de 1930. Em 1948, entrou para a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (Largo São Francisco), formando-se em 1952. Em 1966, mudou-se para a Casa do Sol, uma chácara próxima a Campinas (SP), onde ainda reside. Ali dedica todo seu tempo à criação literária.
Poeta, dramaturga e ficcionista, Hilda Hilst escreve há quase cinqüenta anos, tendo sido agraciada com os mais importantes prêmios literários do país.
Participa, desde 1982, do Programa do Artista Residente, da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP.
Seu arquivo pessoal foi comprado pelo Centro de Documentação Alexandre Eulálio, Instituto de Estudos de linguagem, IEL, UNICAMP, em 1995, estando aberto a pesquisadores do mundo inteiro.
Alguns de seus textos foram traduzidos para o francês, inglês, italiano e alemão. Em março de 1997, seus textos Com os meus olhos de cão e A obscena senhora D foram publicados pela Ed. Gallimard, tradução de Maryvonne Lapouge, que também traduziu Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa.

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http://www.angelfire.com/ri/casadosol/vidaeobra.html


Camilo Pessanha nasce em Coimbra em Setembro de 1867, filho ilegitimo
de um magistrado e de uma mulher humilde. Cria um certo gosto pela aristocracia
e pela simplicidade das coisas. Na sua vida, passa pela doença e por um vício: o ópio.
Em 1891 forma-se em Direito em Coimbra, partindo três anos depois para Macau,
como professor de Liceu. Entretando alguns dos seus poemas sãopublicados
em alguns jornais de província e revistas.É como Conservador
do Registo Predial de Macau, que aparece em 1900, regressando
a Lisboa em 1905.Em 1916, voltam a ser publicados alguns dos seus
poemas na revista Centauro. Morre a 1 de Março de 1926 em Macau,
deixando aos poetas da sua época um contributo
literário marcadamente simbolista.

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Ligia Scholze Borges Tomarchio, sagitariana, nascida em 24 de novembro de 1955, em Maringá-PR, foi criada e reside na capital de São Paulo. Entre outros cursos, estudou na Faculdade de Belas Artes, se formando em Licenciatura em Educação Artística para 1º Grau e nunca lecionou. Freqüentou várias Oficinas Literárias na "Casa Mário de Andrade", da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, coordenadas por escritores e poetas de renome. Fez parte da UBTSP - União Brasileira de Trovadores de São Paulo, ativamente, por um período de um ano.
Autodidata, sempre gostou muito de ler e aprender de tudo um pouco.

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Fátima Irene Pinto nasceu em Pirajuí-SP aos 17 de Agosto de 1953, mudando-se com a família para a cidade de Descalvado-SP aos 3 anos de idade.
Quarta filha de Arthur Ferreira Pinto e Sílvia Veronezi Pinto, tem tres irmãos mais velhos e uma irmã caçula.
Manifestou desde cedo a facilidade para escrever poemas e contos os quais eram muito apreciados pelos seus professores e afixados no mural das escolas que frequentou.
Homenageia seus mestres e grandes incentivadores: Profª Ivete G. Marcatto do Grupo Escolar Cel.Tobias e Prof.º Dr. Mário Franceschini do Instituto de Educação Estadual José Ferreira da Silva.
Foi também musicista, tocando vários instrumentos e participando de vários conjuntos, tempo que considera um dos mais felizes de sua vida. Tocou dos dez aos trinta anos, atividade que acabou abandonando pelas contingências da vida, mas guarda desta época as mais doces recordações. Algumas de suas poesias são, na verdade, letras de canções que compôs ao longo dos anos.
Com a mesma saudade, recorda-se dos bailes que frequentou, tendo vencido vários concursos de dança de salão.

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http://www.fatimairene.com/especial/biografia.htm

09.12.2006

Poeta português (1525?-10/6/1580). Luís Vaz de Camões nasce em uma família da pequena nobreza, não se sabe ao certo se em Lisboa ou Coimbra. Ingressa no Exército da Coroa de Portugal e participa da guerra contra Ceuta, no Marrocos, durante a qual perde o olho direito.
Boêmio, de volta a Lisboa freqüenta tanto os serões da nobreza quanto as noitadas populares. Embarca para a Índia em 1553 e para a China em 1556.
Em 1560, o navio em que viaja naufraga na foz do rio Mekong. Camões salva os originais de Os Lusíadas nadando até a terra com o manuscrito.

VER MAIS:
http://www.suapesquisa.com/biografias/camoes1/
http://www.astormentas.com/camoes.htm


Nacionalidade: Portugal
Nascimento: 1915/03/08
Falecimento: 1986/10/12
Ruy Cinnatti licenciou-se pelo Instituto Superior de Agronomia de Lisboa em 1941 e estudou Etnologia e Antropologia em Oxford. Desempenhou as funções de meteorologista aeronáutico da Pan-American Airways, e foi chefe de gabinete do governador de Timor, onde desenvolveu uma intensa actividade como fitogeógrafo fazendo várias descobertas, o que levou à classificação, na Holanda, de duas plantas com o seu nome. Mais tarde foi nomeado chefe dos Serviços de Agricultura do Governo de Timor. Foi em 1956 que começou o seu trabalho de investigador na Junta de Investigação do Ultramar.
Ruy Cinatti poeta, é hoje considerado ímpar na literatura portuguesa deste século, pelo compromisso apenas assumido consigo próprio, pelo tipo de imaginação enleada no real, pelo génio aventureiro de português andarilho, homem de acção e místico, inventor de uma toada nova e de um ritmo aparentemente simples, geradores de uma obra admirável.

VER MAIS:
http://www.editpresenca.pt/autores_resultado_detalhe.asp?letra=C&autor=520

24.11.2006

OSWALD DE ANDRADE
OSWALD DE ANDRADE, poeta, romancista e dramaturgo, nasceu em São Paulo em 11 de janeiro de 1890. Filho de família rica, estuda na Faculdade de Direito do Largo São Francisco e, em 1912, viaja para à Europa. Em Paris, entra em contato com o Futurismo e com a boemia estudantil. Além das idéias Futuristas, conhece Kamiá, mãe de Nonê, seu primeiro filho, nascido em 1914.
De volta a São Paulo faz jornalismo literário. Em 1917, passa a viver com Maria de Lourdes Olzani (ou Deise), conhece Mário de Andrade e defende a pintora Anita Malfatti de uma crítica devastadora de Monteiro Lobato. Ao lado deles, e de outros intelectuais, organiza a Semana de Arte Moderna de 1922.

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Antônio Gonçalves Dias nasceu no ano de 1823 em Caxias, no Maranhão, e faleceu em 1864.
Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra, retornando ao Brasil em 1845.
Em São Luís fracassa o relacionamento amoroso com Ana Amélia, a quem dedica o poema "Ainda uma vez... Adeus!", por pressões da família dela, já que o poeta era filho de pai português e de mãe mestiça.
Viajou pelo Brasil e pela Europa a serviço do governo brasileiro.
Tuberculoso, vai à Europa em 1862 para tratar da saúde; combalido e reduzido à miséria, decidiu voltar, morrendo em naufrágio à vista das costas do Maranhão. Clássico na forma e no estilo, por formação literária, foi, por índole, o poeta das tradições e da alma popular brasileira. Pertenceu à primeira geração do Romantismo Brasileiro. Delicado e melancólico, criou o indianismo romântico, impondo-se como uma das maiores figuras da nossa literatura. É considerado o mais maduro dos românticos brasileiros, o nosso maior poeta romântico. Seus versos encerram eloqüência e unção, lirismo, grandiosidade e harmonia.
Escreveu : Primeiros Cantos, Segundos Cantos, Últimos Cantos, Sextilhas de Frei Antão, I-Juca Pirama, Dicionário da Língua Tupi, Os Timbiras e os dramas Beatriz Cenci, Leonor de Mendonça, Boabdil, Patkul, etc.

http://www.astormentas.com/goncalvesdias.htm


Wanderlino Arruda, nasceu em S. João do Paraíso (MG).
Em Montes Claros realizou os cursos de Contabilidade, Letras e Direito. Tem pós graduação em Lingüística, Semântica e Literatura Brasileira. Cursos de Metodologia de Ensino Superior e Administração. Professor da Universidade Estadual de Montes Claros e Formador de Pessoal do Banco do Brasil nas áreas de Lingüística e Comunicação Social. Membro da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais (B.Horizonte), da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil (Rio de Janeiro) e da Academia Montesclarense de Letras, de que foi presidente. Em Montes Claros, foi presidente do Esperanto-Klubo, do Sindicato dos Bancários e da Câmara Municipal. Secretário Municipal de Cultura e Turismo. Diretor e Internacional e Governador do Distrito 07 do Elos Internacional. Governador 94/95 do Distrito 4760 do Rotary International.

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http://www.revista.agulha.nom.br/warruda.html


23.09.2006
Seu nome é Fernando Reis Costa, e usa ocasionalmente o pseudônimo "Nandus". Nasceu no dia um de Março, de há seis décadas atrás, na cidade de Oliveira do Hospital.
Reside na "sempre menina e moça" cidade de Coimbra-Portugal, onde estudou e se formou em Enfermagem de Saúde Mental.
Freqüentou ainda o Curso de Direito, na Universidade Coimbra que, por razões pessoais e profissionais, não concluiu.
Sensível e Sonhador é acima de tudo um apaixonado pela vida, que a cada dia sabe valorizar os sentimentos.
Homem que amou uma única mulher e que hoje na saudade eterna deixa fluir este sentimento provando que o amor verdadeiro quando existe é eterno e supera até a morte.

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http://www.ventosquepassam.com.br/
http://sierportugal.spaces.live.com/
http://nandus1636.spaces.live.com/


08.09.2006
Casimiro José Marques de Abreu nasceu na Freguesia da Sacra Família da Vila de Barra de São João, na então província do Rio de Janeiro, no dia 4 de janeiro de 1839, filho de José Joaquim Marques de Abreu e de D. Luiza Joaquina das Neves.
Não terminados completamente seus estudos de humanidades, foi para o Rio de Janeiro trabalhar no escritório do pai, que à fina força, queria encaminhá-lo na carreira comercial. Casimiro submeteu-se, mas não se resignou, e essa contrariedade foi grande amargura na vida do poeta.

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http://br.geocities.com/edterranova/casimiro.htm


02.09.2006
Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

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http://www.releituras.com/drummond_bio.asp


15.05.2006
Moacyr Félix (de Oliveira) nasceu no Rio de Janeiro em 11 de março de 1926. Fez o antigo curso primário e parte do antigo ginásio em Juiz de Fora, Minas Gerais.
De 1939 a 1941, já no Rio de Janeiro outra vez, concluiu o ginasial no Colégio Santo Inácio, onde também fez um curso complementar de Direito na Universidade Católica do Rio. Ainda como estudante de direito, e depois como advogado, trabalhou no Departamento Jurídico da Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas (Caeeb), de 1946 a 1949.
Em 1950, foi convidado oficialmente pelo governo francês para prosseguir seus estudos na França, na qualidade de étudiant patronné, seguindo, até 1953, vários cursos de filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Paris (Sorbonne).

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http://www.palavrarte.com/Equipe/equipe_mfelix.htm


Francisco Ayrton de Aguiar pertence a uma das mais ilustres famílias da RIBEIRA DO ACARAÚ, família AGUIAR, embora tenha nascido na cidade de Icó-CE. “ O ESCRIBA SONHADOR” merece ser lido por apresentar lição de filantropia e anseio de solidariedade.

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Mário de Miranda Quintana nasceu na cidade de Alegrete (RS), no dia 30 de julho de 1906, quarto filho de Celso de Oliveira Quintana, farmacêutico, e de D. Virgínia de Miranda Quintana. Com 7 anos, auxiliado pelos pais, aprende a ler tendo como cartilha o jornal Correio do Povo. Seus pais ensinam-lhe, também, rudimentos de francês. Falece, em Porto Alegre, no dia 5 de maio de 1994, próximo de seus 87 anos, o poeta e escritor Mário Quintana.
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Débora Villela Petrin, nascida em Piracicaba, em 10 de janeiro de 1966, interior de São Paulo, terra da cana-de-açúcar. Piracicaba terra de encantos... Formou-se em Direito pela UNIMEP em 1990 (Universidade Metodista De Piracicaba), mas o seu grande sonho era ser parte integrante do mundo da comunicação, então foi em busca dele, fez Pós-Graduação em Comunicação, Marketing e Propaganda no Emerson College, (M. A) em Boston, formou-se em 1993.

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http://www.vaniadiniz.pro.br/asp/textosamigos.asp?cod=999


Mauro Salles(à esquerda), Alex Periscinoto e Nilton Travesso
Mauro Salles, 71 anos, nasceu em Pernambuco. É casado, tem três filhos e nove netos. Jornalista, advogado, publicitário e poeta, fez carreira no Rio de Janeiro, foi diretor de redação de O Globo e participou ativamente na fundação da TV Globo. Na década de 60, criou a Mauro Salles Publicidade, hoje Publicis Salles Norton, uma das três maiores agências do mercado brasileiro. Publicitário premiado, Mauro Salles é autor dos seguinte livros: Coisas de crianças, O gesto, Reisen e Recomeço.
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http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=264AZL005
Mauro Salles


Cora Coralina (Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas) — 20-08-1889/10-04-1985, é a grande poetisa do Estado de Goiás. Em 1903 já escrevia poemas sobre seu cotidiano, tendo criado, juntamente com duas amigas, em 1908, o jornal de poemas femininos "A Rosa". Em 1910, seu primeiro conto, "Tragédia na Roça", é publicado no "Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás", já com o pseudônimo de Cora Coralina. Em 1911 conhece o advogado divorciado Cantídio Tolentino Brêtas, com quem foge. Vai para Jaboticabal (SP), onde nascem seus seis filhos: Paraguaçu, Enéias, Cantídio, Jacintha, Ísis e Vicência. Seu marido a proíbe de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato, em 1922. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP). Em 1934, torna-se vendedora de livros da editora José Olimpio que, em 1965, lança seu primeiro livro, "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais". Em 1976, é lançado "Meu Livro de Cordel", pela editora Cultura Goiana. Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil.
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http://www.paralerepensar.com.br/coracoralina.htm

Cecília Meireles nasceu no Rio, em 7 de novembro de 1901, mesma cidade em que morreu, a 9 de novembro de 1964. A menina foi criada pela avó materna, Jacinta Garcia Benevides.
Sua infância de menina sozinha favoreceu a dois comportamentos que pareciam negativos, mas que foram sempre positivos para a autora: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de sua vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar.

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http://www.releituras.com/cmeireles_bio.asp

Vinicius de Moraes O menino nascido na Gávea, Zona Sul do Rio, no dia 19 de outubro de 1913, era um apaixonado pelo mundo. Daí suas escolhas profissionais, em todos os sentidos. Obcecado pelo dom de viver, Vinicius sempre procurou fazer aquilo que lhe proporcionasse prazer. "Foi o único e nós que teve a vida de poeta", confessou o mestre Carlos Drummond de Andrade. Nosso poeta faleceu no Rio de Janeiro em 9 de Julho de 1980, mas seu legado ainda está presente nos corações dos apaixonados. Apaixonados pela vida, acima de tudo. VER MAIS:

Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho nasceu no Recife no dia 19 de abril de 1886, na Rua da Ventura, atual Joaquim Nabuco, filho de Manuel Carneiro de Souza Bandeira e Francelina Ribeiro de Souza Bandeira. Em 1890 a família se transfere para o Rio de Janeiro e a seguir para Santos - SP e, novamente, para o Rio de Janeiro. Passa dois verões em Petrópolis.
Com problemas de saúde, Manuel Bandeira deixa seu apartamento da Avenida Beira-Mar e se transfere para o apartamento da Rua Aires Saldanha, em Copacabana, de Maria de Lourdes Heitor de Souza, sua companheira dos últimos anos.
No dia 13 de outubro de 1968, às 12 horas e 50 minutos, morre o poeta Manuel Bandeira, no Hospital Samaritano, em Botafogo, sendo sepultado no Mausoléu da Academia Brasileira de Letras, no Cemitério São João Batista.

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1894: A 8 de Dezembro, nasce Florbela Espanca em Vila Viçosa. - 1915: Casa com Alberto Moutinho. - 1919: Entra na Faculdade de Direito, em Lisboa. - 1919: Primeira obra, Livro de Mágoas. – 1923: Publica o Livro de Soror Saudade. – 1927: A 6 de Junho, morre Apeles, irmão da escritora, causando-lhe desgosto profundo. - 1930: Em Matosinhos, Florbela põe fim à vida. - 1931: Edição póstuma de Charneca em Flor, Reliquiae e Juvenilia e ainda das colectâneas de contos Dominó Negro e Máscara do Destino. Reedições dos dois primeiros livros editados. Verdadeiro começo da sua visibilidade generalizada.
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http://www.vidaslusofonas.pt/florbela_espanca.htm

Nascido em Lisboa, no dia 13 de junho de 1888, Fernando Pessoa perdeu o pai aos cinco anos de idade. Em 1896, a família se transfere, levada pelo segundo marido de sua mãe, para a cidade de Durban, na África do Sul. Lá, cursa o secundário, cedo revelando seu pendor para a literatura. Em 1903, ingressa na Universidade do Cabo.
No dia 30 de novembro de 1935, morre de cirrose hepática.
Fernando Pessoa nunca teve, em vida, o reconhecimento que merecia.
Viveu modestamente, em relativa obscuridade. Em vida, teve apenas dois livros publicados: alguns poemas em inglês e Mensagem.

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http://fredb.sites.uol.com.br/pessoa.html


JG de Araújo Jorge nasceu em 20 de maio de 1914, na Vila de Tarauacá, Estado do Acre. Filho de Salvador Augusto de Araújo Jorge e Zilda Tinoco de Araujo Jorge.
Foi conhecido como o Poeta do Povo e da Mocidade, pela sua mensagem social e política e por sua obra lírica, impregnada de romantismo moderno, mas às vezes, dramático.
Foi um dos poetas mais lidos, e talvez por isto mesmo, o mais combatido do Brasil.
Faleceu em 27 de Janeiro de 1987.

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http://www.jgaraujo.com.br/biografia/biografia.htm
